Por isso, congemina a estratégia da conversão e baptismo forçado. Esta atitude foi criticada por muitos, inclusive por parte da igreja católica como foi o caso do Bispo de Ceuta, D. Diogo Ortiz, colegado do judeu Mestre José Vizinho da Covilhã na junta científica (para os descobrimentos) do rei D. João II.
D. Manuel sabia que ia perder aqueles que devia segurar. Assim tentou decretar medidas que simultaneamente favoreciam as conversas e eram um convite à abjuração para os renitentes.





